Segundo o dicionário: bárbaro (a) (latim barbarus, -a, -um, bárbaro, estrangeiro, inculto, selvagem) adj.adj. 1. Cuja cultura medeia entre a dos civilizados e a dos selvagens. 2. Próprio de quem não é civilizado. 3. Fig. Rude.
Wednesday, 9 March 2011
Over thinking!
Queria poder descascar-me qual laranja. Tirar de mim camada por camada. Deixar so a polpa, só o que importa, só as sementes.
Thursday, 16 December 2010
Bittersweet comments about myself and the others...
Não é que eu, ou melhor, nós não tenhamos motivos para isso: o inverno chegou com tudo, acordamos antes do sol e lanchamos já sem ele... mesmo no meio do dia a escuridão se anuncia, manchando tudo de um cinza triste... ou seja, perdoem-nos a falta de sorrisos, mas é que tá f....!!!!
Eu tenho andado tão irritada com eles que aproveito qualquer oportunidade pra falar mal daqui... falo mal da política conservadora pela qual eles votaram e agora tá descascando o couro de todo mundo - "bem feito!!!"... Falo da falta de entusiasmo deles pela vida, da excelente qualidade de vida a que eles tem acesso e que ainda assim não lhes proporcina a felicidade, a espontaneidade e a descontração que sobra ao meu povo.... Falo da educação, cheia de recursos e ideais, mas que ao mesmo tempo legitima o poder e a superioridade do adulto em relação a criança, em cenas cotidianas que beiram a humilhação.... Falo das filas, do consumismo, da culinária de cocô que eles tem...
maybe...
may be...
eu sou assim: melodrámática nos meus ódios... e também nos meus amores.
Wednesday, 1 September 2010
Um post para Bruna
Enfim, tenho passado por momentos inspiradores que, em mãos mais dedicadas, poderiam virar páginas e páginas de divagações, mas no meu caso, não quero escrever sobre nenhum deles...
Minha irmã me pediu que eu escrevesse no Blog. Então o post, que é para ela, vai ser também sobre ela:
Bruna fazia tudo sempre certo. Comia vegetais. E não bebia coca-cola. Namorava há muitos e muitos anos um mesmo rapaz. E era fiel. Cedia. Não esquecia de aniversários. Fazia o dever de casa. E tirava 10. Bruna era bonita, inteligente e educada.
E ainda sim, alguma coisa borbulhava nas suas entranhas e ameaçava escapar-lhe do peito. Alguma coisa que era também ela mesma e por isso mesmo, a amedrontava e tirava-lhe o sono...
Um dia Bruna matou a aula. Nadou pelada no mar do arpoador. Almoçou Doritos. Deu um bolo no namorado e foi fazer a unha dos pés. Disse não para o mendigo. Olhando-o nos olhos. Se esfoçou em por pelo menos um palavrão em cada frase.
E quando chegou em casa, exausta do dia de maldades, não tomou banho. E com o cabelo ainda cheio do sal e areia da praia, sentou na cadeira e desenhou. Desenhou com uma paixão de rasgar o papel. Cores que não combinavam. Vermelho, preto e roxo. Traços tremidos...
E dormiu em cima do papel, o sono pesado dos justos....
Fim.
Ps. Esse texto é uma licença poética. Bruna na verdade não é toda certinha... Nem muito menos toda amalucada! Ela fala palavrão e dá chilique. Mas também é doce e prestativa. Um ser humano saudável e que me inspira a textos, divagações e projeções.... Minha Bruna tem Preto, vermelho e roxo, mas também branco e azul turqueza... traços tremidos desenhando um rosto de olhar firme... um rosto de mulher.
Thursday, 17 June 2010
Meus diálogos com o Eddy...
Thursday, 27 May 2010
Arte, amigos e um post pequeno demais
Sunday, 9 May 2010
Epifanias sobre o tempo, num dia das maes melancolico...
Nove quase anos se passaram desde que nos dois, tambem com muito medo e esperanca no coracao,viramos uma famila, numa manha chuvosa de um domingo das maes, como hoje. Mais uma vez parece mais, mas parece que foi tao, tao rapido...
E finalmente, trinta anos completos se passaram desde que eu entrei nesse mundo - certamente com medo e talvez uma esperanca crua e sem nome num coracao ainda novo, sem dor ou cicatriz.... Parece mais? Passou rapido?
As coisas acontecem, encontros, despedidas, estacoes do ano e viagens... somos ainda criancas a chamar por nossas maes num momento de desespero, somos adultos cuidando de um menino e torcendo de toda a alma que estejamos fazendo nosso melhor...
O tempo, esse nada que nos come e nos alimenta, esses dias que se estendem nos dias de paz e se encurtam na alegria demasiada ou na tragedia absoluta, essa vida com uma morte anunciada, uma promessa de fim, um agora que nos escapa...
O tempo e a vida me vieram visitar o coracoa hoje. Presente de um dia das maes. Presente.
Tuesday, 29 September 2009
Small post sobre small talk.
Amenidades, meus amigos, vamos nos ater as amenidades.
Ps. Estou malvadinha hoje.